Domingo, 5 de Julho de 2009

Barack Obama – Savior or Puppet Edit

 

 
Telmo Agostinho | C13
 
Cisco Systems
Milpitas, CA | USA
 

Barack Hussein Obama foi eleito o 44º Presidente dos Estados Unidos da América a 4 de Novembro de 2008. É o primeiro presidente afro-americano da história americana e também o primeiro novato na política nacional americana a consegui-lo na primeira tentativa. Apelidado como o Salvador, a sua eleição veio, nesta altura de crise, encher os americanos, e também o resto do mundo, com esperança e crença num futuro melhor. Mas será ele o salvador que todos esperam, ou será apenas mais uma marioneta levada ao colo até ao poder por quem realmente manda no governo americano? A marioneta com uma cara carismática, o ar simpático e de confiança, que os americanos pediam nesta altura, em que o país estava à beira do colapso financeiro e de uma pseudo-revolução?

 

Em 1913, o poder monetário do país foi retirado do povo americano através da execução do Acto da Reserva Federal, dando assim ao Federal Reserve Bank (banco privado não controlado pelo governo americano) o poder de decidir qual o uso a dar ao dinheiro do país. Os actos executados pelo Federal Reserve Bank foram a principal causa das maiores crises financeiras do último século, assim como da Grande Depressão dos anos 30. A 4 de Junho de 1963, John Fitzgerald Kennedy, o então presidente dos Estados Unidos, tentou retirar esse poder monetário das mãos dos grandes banqueiros e devolvê-lo ao povo americano ao assinar a Executive Order 11110. Esta acção falhou depois da sua morte e muitos julgam ser esta a razão que levou ao seu assassinato. Desde então, nunca mais os Estados Unidos tiveram um verdadeiro presidente. Todos os que lhe sucederam foram apenas fantoches/marionetas, colocados no poder pelos líderes das grandes corporações que mandam no mercado financeiro mundial. E o actual presidente, será diferente?

 

Numa altura em que o Congresso Americano apresentava uma taxa de aprovação de 9%, surge  Barack Obama prometendo mudança. Mas ninguém disse que a mudança era para melhor, pelo menos para o povo americano não foi. O dinheiro que ele injectou no mercado foi direitinho para os cofres dos bancos principais, que o usaram depois para comprar, ao preço da chuva, os outros bancos, empresas e seguradoras que estavam à beira da falência. E é estranho, porque esse dinheiro veio do Federal Reserve Bank, que é comandado, na maioria, pelos donos desses grandes bancos. Ele prometeu retirar as tropas do Iraque mal começasse o seu mandato, depois adiou essa acção para 6 meses e depois para 16. Agora já diz que vai deixar 50 mil soldados no Iraque por tempo indeterminado e que vai mandar mais 30 mil para o Afeganistão (as guerras são sempre feitas para manter e não para acabar). Tudo isto só alimenta e enriquece todo o complexo militar industrial. Prometeu fechar a prisão de Guantanamo para depois assinar uma ordem executiva a dizer que estava a pensar em fechar a prisão mas que, até ver, não iria ser feita qualquer acção nesse âmbito, continuando assim o governo americano a praticar as Renditions. Prometeu, também, dar um período de espera de 5 dias entre a proposta de uma lei e a sua votação para dar tempo de análise ao Congresso e ao povo americano, e aprovou a injecção de dinheiro uma hora depois de a proposta ser apresentada, alegando urgência máxima. Prometeu ainda ter uma administração livre de lobbyists e doadores de dinheiro de campanha e fez o oposto, após ser eleito. A grande maioria do seu corpo administrativo é composto por lobbyists de Wall Street. Aliás, o actual Secretário da Tesouraria é o ex-presidente do Federal Reserve Bank de Nova Iorque. Além disto tudo, continua a apoiar o Patriot Act iniciado pelo George Bush e tem, ainda, a Directiva 51 que lhe dá um estatuto muito próximo de ditador se alguma vez for declarada uma emergência nacional catastrófica.

 

Numa sociedade mundial onde manda o imperialismo monetário e onde, cada vez menos, o povo é quem mais ordena, é difícil confiar nas acções políticas e sociais implementadas pelos líderes mundiais. Resta-nos analisar, por nós próprios, todos os factores e variáveis que nos rodeiam, tirar as nossas próprias conclusões e ver além do que nos mostram os media.

 

Carta de 1802 para Albert Gallatin (Secretário Nacional da Tesouraria):

“I believe that banking institutions are more dangerous to our liberties than standing armies. If the American people ever allow private banks to control the issue of their currency, first by inflation, then by deflation, the banks and corporations that will grow up around [the banks] will deprive the people of all property until their children wake-up homeless on the continent their fathers conquered. The issuing power should be taken from the banks and restored to the people, to whom it properly belongs.”

Thomas Jefferson
3º  presidente dos Estados Unidos da América (1743 - 1826)

publicado por visaocontacto às 09:25
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