Sábado, 26 de Janeiro de 2008

Nós somos os principais intervenientes. (*)

Desde que no final do curso de Economia tive a possibilidade de passar um semestre nos EUA, mais concretamente em Phoenix no remoto estado do Arizona que tive a certeza que queria conhecer mundo, que queria desenvolver mais competências inter culturais, que queria perceber as diferenças sociais e culturais de pessoas que viviam em diferentes fusos horários, que queria ser cidadão do mundo.

 

Depois de muita procura e esforço, consegui que os 6 meses de Erasmus se transformassem em mais 2 anos de vivência americana, onde num ambiente académico de excelência vivi experiências únicas e marcantes que indelevelmente me foram moldando o carácter. O inevitável regresso a Portugal deu-se pela mão de uma multinacional norte americana, onde foram passados os primeiros dois anos de uma vida profissional (que pelo que vemos e lemos hoje, temo que se tenha que prolongar até aos 85 anos, mas este é outro assunto).

 

Ainda assim estava com vontade de trabalhar num país estrangeiro, viver as dificuldades do dia a dia noutra língua, aprender o que de bom esse ambiente nos tinha para dar. Desde os últimos anos da minha vida académica que olhava para o Programa Contacto como uma oportunidade única de formação, como uma daquelas medidas que todos nos orgulhávamos que existisse em Portugal. Decidi que estava na hora de tentar a aventura de trabalhar fora de Portugal, e em boa hora me inscrevi no Programa.

 

O destino, não sendo de todo exótico, ou longínquo, foi o de um povo irmão com várias semelhanças culturais e sociais, mas ainda assim bastante diferente dos portugueses. Ia passar pelo menos um ano da minha vida aqui ao lado, em Madrid. Devo dizer-vos que fiquei contente com este destino pois o que eu procurava não era o cosmopolitismo de Londres ou de Nova York, ou o exotismo de Maputo ou Havana, mas sim uma experiência de vida e essa seguramente que Madrid ma iria proporcionar.

É exactamente isto que eu acho que Contacto é, uma experiência única, um privilégio no qual os principais intervenientes somos nós os “contacteantes” e não as empresas ou os países em que somos colocados.

 

 

Cada vez mais me dou conta que tanto os cursos que tiramos, como programas em que participamos são somente ferramentas, degraus, que nos dão a possibilidade de ascender a algo. Tenho hoje mais que nunca a certeza que essa ascensão, somos nós, com a nossa forma de estar, perseverança, e atitude que a vamos fazer. Em qualquer situação existem riscos e oportunidades, certezas e incertezas, sucessos e insucessos e somos nós os que devemos encarar estas situações da forma mais positiva e delas retirar os melhores ensinamentos. Os insucessos tornam-nos mais fortes, os sucessos cimentam uma personalidade, um caminho uma vontade de fazer.

 

O networking que o contacto nos proporciona é de um valor único, intangível para a nossa vida profissional. Vejam o meu caso, passaram cerca de 3 anos sobre a minha estadia em Madrid, e o que hoje faço está intimamente ligado com essa época. Quando numa Alimentaria em Barcelona, troquei cartões com uns directores de uma empresa espanhola, estava longe de imaginar que o meu futuro (ou pelo menos uma parte dele) iria passar por trabalhar com eles. Dois anos mais tarde recebo um e-mail, que levou a uma reunião onde me foi explicado um projecto de entrada de uma marca em Portugal, e onde fui convidado a integrar o mesmo.

 

É destas experiências enriquecedoras que se fazem as mais valias que o Contacto nos proporciona e para as quais nós como actores principais devemos estar sempre predispostos para fazer deste grande programa uma época de crescimento nas nossas vidas.

(*) Pedro Carmo (C7) - GDS Portugal

publicado por visaocontacto às 09:25
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Terça-feira, 4 de Dezembro de 2007

Abertura: Um desafio. (*)

Como recente responsável pelo Programa INOV Contacto, aproveito este espaço para antes de mais enviar a toda a comunidade Contacto um Bem-haja!

 

De facto parece-me ser este Projecto, e o que queremos dele continuar a fazer, numa óptica de constante incremento de ambição, qualidade e eficácia um desafio por demais aliciante!

 

Porquê?

 

Porque com este precioso instrumento que é o INOV Contacto podemos:

 

  • Requalificar os recursos humanos nacionais
  • Melhorar a imagem de Portugal no Mundo através dos novos "embaixadores" Contacto
  • Posicionar recursos certos nos sítios certos, de forma a optimizar decisões e encontrar as melhores oportunidades de negócio para Portugal
  • Dinamizar o empreendedorismo, através das novas experiências que o INOV Contacto proporciona
  • Ajudar a internacionalização das empresas portuguesas, alocando-lhes recursos especialmente preparados para o efeito
  • Dirigir recursos e empresas para os mercados de maior aposta e oportunidade

 

O desafio coloca-se ao nível da constante melhoria e maior abrangência!

 

Como?

 

Queremos:

 

  • Melhores estagiários, melhores empresas, melhores programas de estágio
  • Mais continuidade pós estágio
  • Mais partilha de conhecimento
  • Mais interacção entre as empresas, os estagiários e a Aicep - Portugal Global
  • Formar uma comunidade que se revê num conjunto de ideias e ideais, partilhando, interagindo, continuando um caminho iniciado, ao serviço de mais e melhor para Portugal!

 

Contamos convosco!

(*) Maria João Bobone - Coordenadora de Recursos Internacionais.

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publicado por visaocontacto às 17:18
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