Sábado, 23 de Maio de 2009

Construção Civil - Oportunidade de Investimento em Cabo Verde

 

Vera Gomes da Silva | C13

Consulgal

Cabo Verde

 

Cabo Verde é dos Países com um bom desenvolvimento a nível social, cultural e principalmente económico, fruto da grande abertura e do ambiente de paz e estabilidade. Recentemente com a adesão à Organização Mundial do Comércio, Cabo Verde conseguiu a elevação à categoria de País de rendimento médio e à parceria especial com a União Europeia.

O sector da Construção Civil é, actualmente, um dos maiores em Cabo Verde pela forte necessidade de infra-estruturação do País - estradas, portos, aeroportos, escolas, hospitais, água e electricidade, saneamento básico. Actualmente, existem numerosos investimentos a nível de infra-estruturas e transportes - a modernização e expansão portuária em todas as ilhas, bem como a aposta na construção e/ou remodelação dos aeroportos é uma mais valia para Cabo Verde tirar partido da sua excelente localização geográfica, podendo transformar-se num importante centro de transportes marítimos e aéreos no corredor do Atlântico.

As estradas continuam a ser construídas e/ou reabilitadas num ritmo sem precedentes, de forma a melhorar as acessibilidades para facilitar o comércio e o acesso aos serviços, através de uma rede rodoviária funcional e mantida de forma sustentada, criando condições de competitividade.

 

A cooperação e solidariedade entre Portugal e Cabo Verde continuam bem patentes, Portugal irá aumentar as linhas de crédito para apoiar projectos de construção de infra-estruturas públicas integrados no Programa Nacional de Desenvolvimento da República de Cabo Verde, a executar por empresas portuguesas e criar uma nova linha dedicada a projectos nas áreas das energias renováveis e ambiente. As energias renováveis são outro ponto crucial de investimento em Cabo Verde devido ao crescimento exponencial em termos de necessidades energéticas, a ser consumidas principalmente pelos grandes empreendimentos turísticos que estão a surgir nos quatro principais centros de consumo - Santiago, São Vicente, Sal e Boavista. O governo cabo-verdiano vai instalar, até 2009, parques eólicos nas referidas ilhas de forma a gerar cerca de 18% do total da produção energética. Esta aposta irá passar primeiramente pelo desenvolvimento massivo das energias eólica, solar e também das ondas do mar.

 

A tendência futura é, sem dúvida, o investimento imobiliário pois, devido à saturação de outros destinos turísticos, procuram-se novas ofertas. O clima ameno, muito sol, boas praias, segurança e hospitalidade natural fazem deste País um excelente destino turístico. Por outro lado, o governo tem apoiado de forma especial os investimentos no mercado imobiliário e turístico com incentivos fiscais: - Isenção fiscal total durante os 5 primeiros anos;

- Diminuição em 50% da taxa de imposto sobre rendimentos, durante os 10 anos seguintes;

- Dedução de impostos sobre lucros reinvestidos em actividades similares;

- Isenção de Impostos sobre o Património;

- Dedução na matéria colectável de despesas incorridas com a formação de trabalhadores caboverdeanos;

 

Existe também isenção de direitos aduaneiros na importação de materiais destinados à construção e exploração de hotéis e estâncias turísticas bem como o acesso ao Fundo de Desenvolvimento do Turismo (bonificação de juros, garantias, avales).

 

Além da procura de casa, no arquipélago, por parte da comunidade cabo-verdiana na diáspora, o investimento do turismo residencial realizado por novos mercados emissores com maior poder de compra possibilitará também maior dinamização do mercado imobiliário. A fama de Cabo Verde ultrapassou fronteiras, conquistando a atenção de investidores italianos, ingleses e irlandeses. Só em 2006, foram investidos no país mais de 400 milhões de euros, e o futuro é animador.

Segundo a Agência Cabo-verdiana de Promoção do Investimento (ACPI), são esperados 23 mil milhões de euros de investimento em novos projectos turísticos, nos próximos anos, o que poderá levar Cabo Verde a consolidar-se como um país emergente.

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Sexta-feira, 10 de Abril de 2009

Espanha, a crise e o sector da construção

 

Sofia Viana Carvalho | C13

 

 

 

 

Hoje creio ser um dia curioso para começar a redigir este artigo. Aqui em Madrid é frequente os sul-americanos meterem conversa comigo na rua. Normalmente as senhoras queixam-se do frio, de que estão cansadas e de que esta cidade é uma confusão. Hoje, no metro, foi um senhor equatoriano que puxou conversa enquanto víamos o noticiário: "Só mostram coisas más, só mostram coisas pessimistas, e são eles os intelectuais! Só se fala da crise, as pessoas estão cercadas por uma nuvem de crise e não vêem mais nada."

 

A crise continua a ser o mote do dia desde há mais de cinco anos, tanto nos telejornais, como nos jornais e nas revistas.

Em Espanha, no geral, as classes média e média baixa, vivem com melhores condições financeiras do que as portuguesas mas, na verdade, os semblantes apáticos não são em menor quantidade. Aqui consome-se essencialmente sensacionalismo, desgraças e futebol.

 

Na minha opinião não estamos a enfrentar uma crise, mas sim uma fase de mudança que tem repercussões tanto a nível social, como económico e político. Penso que não há retorno e que estamos a viver um inevitável rompimento com o passado, que exige de nós uma nova dinâmica, uma nova mentalidade e espírito de sacrifício para encontrar soluções.

Infelizmente é um processo doloroso e penso que não há melhores reflexos que os impactos drásticos que foram sentidos por países cujas economias eram consideradas modelos a seguir.

 

 

 

 

 

 

 

Segundo o jornal El Mundo, as previsões da Comissão Europeia para a economia espanhola não são as melhores. Até 2010 prevê-se um novo aumento do desemprego e crê-se que afectará quase 19% da população activa, sendo esse aumento reflexo da falta de crescimento do PIB. O cenário apresentado pela Comissão Europeia é mais pessimista do que o do governo e, para além do mais, prevê-se que Espanha seja o país mais afectado pela recessão até 2010.

 

No sector em que trabalho, mais exactamente o da engenharia e consultoria ambiental, a parte mais afectada é a que está ligada directamente com a construção civil.  Este sector era dos mais rentáveis em Espanha mas, devido a vários factores socio-económicos é, actualmente, dos mais atingidos pela recessão. A Eurostat regista uma quebra de 23,7% dos lucros em Dezembro de 2008, relativamente ao ano anterior (jornal El Mundo).

 

A Fundação OPTI, Observatório de Prospecção Tecnológica Industrial (www.opti.org), concluiu que é necessário investir em novas medidas para a recuperação do sector da construção civil. Um estudo desta fundação sobre a tendência de desenvolvimento deste sector até 2015 foca aspectos que devem ser melhorados:

 

- Redução da sinistralidade e investimento na formação dos trabalhadores;

- Aplicação de métodos de psicologia ao estudo do comportamento dos trabalhadores em condições extremas (acidentes, fogos em túneis, inundações, etc.) e formação dos trabalhadores sobre modos de actuação e medidas a seguir em caso de acidente;

- Desenvolvimento de técnicas para a protecção de aquíferos e águas superficiais (respeito pelos cursos naturais dos mesmos), tal como melhoria das técnicas de prognóstico e desenvolvimento de tecnológicas de depuração e eliminação de águas residuais assim como de barreira de protecção;

- Aplicação de métodos de análise de materiais e de técnicas para a avaliação e protecção de estruturas face ao fogo;

- Desenvolvimento de tecnologias de inspecção e prognóstico que permitam estimativas da vida potencial ou residual dos materiais;

- Desenvolvimento de tecnologias que visem a segurança e protecção, tanto dos trabalhadores, como dos utilizadores finais das infra-estruturas, tais como tecnologias de ventilação e extracção em túneis,  sistemas de ajuda especializados para a gestão de situações de emergência,  sistemas de detecção e análise do ar e de extinção de incêndios;

- Desenvolvimento de tecnologias limpas para a redução das emissões de ruídos, resíduos e vibrações, tal como vigilância ambiental na execução das obras;

- Desenvolvimento de tecnologias que permitam a avaliação, gestão e reutilização de resíduos;

- Utilização de materiais inteligentes com funções de reparação e auto diagnóstico e procura de novas fontes como recurso de materiais de construção.

 

Este mesmo estudo refere futuros cenários socio-económicos a ser tidos em conta e aos quais o sector da construção civil lucraria em adaptar-se, são eles:

 

- O crescimento moderado, mas sustentado da economia.

- A necessidade de internacionalização das empresas para novos mercados como os Países de Leste, Norte de África e América do Sul.

- Aumento das exigências das sociedades a nível de qualidade, meio ambiente e segurança.

 

Pessoalmente, creio que seria também lucrativo, a médio prazo, o investimento na construção de infra-estruturas com aproveitamento de águas residuais para saneamento e rega, e de sistemas de aquecimento e iluminação foto voltaicos.

 

 

 

 

 

 

URS España | Madrid

Espanha

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Terça-feira, 21 de Outubro de 2008

Fazendo história em altitude

Daniel Cunha Pinto

 

Mota Engil

Perú

 

 

Portugal mais uma vez, através da construção, está a fazer história no mundo e no longínquo Peru!

 

Na região Andina de Huaraz a empresa TRANSLEI S.A., cujo 100% do capital pertence ao grupo construtor português MOTA & ENGIL, está a aplicar pela primeira vez no Peru um procedimento de reciclagem de uma estrada existente que também nunca fui executado em qualquer parte do mundo a mais de 3500 metros de altitude.

 

Este pioneirismo na engenharia civil está a ser materializado pela obra intitulada “Mantenimiento Periódico de la Carretera Conococha – Yanacancha km 0-120 por Reciclado con Asfalto Espumado + Tratamiento Superficial Bicapa” que basicamente consiste na recuperação de uma estrada de 120 km’s de longitude que serve de acesso a uma importante mina do Peru e do mundo – Compañia Minera de Antamina – em que se produzem principalmente cobre e zinco, entre outros materiais.

 

A reciclagem de estradas existentes é realizada por uma máquina especializada em reciclagem, neste caso, disponibilizada por uma outra empresa do grupo MOTA & ENGIL - PROBISA - com uma larga experiência neste tipo de obras, que tem a capacidade de triturar a capa e base do pavimento existente ao mesmo tempo que injecta asfalto em forma de espuma e mistura cimento Portland previamente espalhado sobre o pavimento. No final, resulta uma base de óptimas características, em que se evita a adição de novos agregados e se reduz a energia de execução face às técnicas tradicionais. Uma vez obtida a base reciclada, esta é compactada e perfilada, sendo posteriormente impermeabilizada com um produto petrolífero, MC-30. No final aplica-se uma protecção com a designação de tratamento superficial bi-capa (TSB) realizada em duas fases, em que cada uma envolve uma rega de asfalto modificado com polímeros no qual se acrescenta gravilha. O asfalto é modificado com polímeros, uma técnica ainda pouco adoptada no Peru, pois as elevadas amplitudes térmicas diárias características das regiões situadas a elevadas altitudes exigem uma determinada elasticidade.

 

A TRANSLEI S.A. neste momento constitui o “veículo” do maior investimento português no Peru e acompanha a excelente oportunidade de negócio associada à promoção prioritária do governo peruano em recuperar e manter a sua enorme rede viária, financiada em grande parte pelas pujantes empresas mineiras implantadas no Peru. Neste momento a política nacional de transportes peruana pretende seguir a orientação do Banco Mundial que defende que por cada dólar que não se investe na manutenção de estradas se gastarão três dólares em reconstrução ou reabilitação. Exemplo do futuro promissor da TRANSLEI no campo das estradas é a recente atribuição da manutenção de mais 120 quilómetros de estrada por parte do governo Peruano à TRANSLEI tendo em vista muitos mais quilómetros e, sem dúvida que o factor decisivo para a escolha da TRANSLEI para a realização das obras em causa, se deveu à sua inovação face à concorrência introduzida pela experiência portuguesa na área das obras viárias.

 

Paralelamente a toda esta experiência profissional e técnica bastante produtiva existe um deslumbramento pela paisagem envolvente à obra mencionada no qual me encontro a estagiar. De facto localizamo-nos no coração dos Andes por volta dos 4000 metros de altitude cujo ambiente diferencia de todos os locais andinos que já tive a oportunidade de visitar. Aqui é possível deparar-me no dia-a-dia com povoamentos andinos que ainda mantêm os seus hábitos ancestrais e a sua dedicação pastorícia, com inúmeras lagoas resultantes do degelo de glaciares e até com várias pegadas de dinossauros.

 

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Segunda-feira, 1 de Setembro de 2008

Engenharia e Construção Civil no Brasil

 Pedro Santos   | C12

 

Coba

Brasil

Durante década de 70, o Brasil foi marcado por um período de elevado crescimento da economia e este desempenho positivo repercutiu-se directamente ao nível das actividades da Construção Civil. Contudo a seguir surgiu a chamada década perdida, em que após o ciclo expansivo da década anterior, entre 1981 e 1992 a construção conheceu um longo período de desaceleração, com apenas alguns sinais positivos entre 85/86, devido a uma euforia económica proporcionada pelo Plano cinzento. Foi assim necessário, realizar uma outra intervenção de cariz político, o Plano Real, e a consequente estabilidade económica para que em meados dos anos 90 o PIB voltasse a apresentar índices de crescimento que manteve regulares até ao final da década.
No inicio da presente década e até meados de 2006 registou-se, principalmente no mercado imobiliário, crescimentos de 5%, acima da média observada nos sectores industrial, agro-pecuário, de serviços e do próprio Produto Interno Bruto (PIB), consequência de alguma estabilidade económica, da expansão do crédito imobiliário, da redução das taxas de juros e do crescimento dos rendimentos e nível de emprego da população. O Brasil entrou então num clima de confiança contínua e regular.
Nesta altura, o Brasil encarou os investimentos como principal motor do crescimento económico, e para esse alinhamento estratégico o levantamento realizado para o período 2007-2010 aponta para o montante de investimento a rondar os R$ 200 biliões em infra-estruturas nos sectores da energia eléctrica, comunicação, portos, caminhos de ferro e saneamento. Este montante representa um crescimento de 10% ao ano, em média, frente aos R$123,5 biliões, investidos entre 2002-2005, e equivale a um aumento de 0,6% do PIB, entre 2005 e 2010.
Em Abril de 2007, a industria dos materiais de construção registou um crescimento de 19,53% no primeiro trimestre e o emprego nas empresas de construção, registou um aumento de 10,5% relativamente ao mesmo período do ano anterior. É aliás oficial, a escassez de mão-de-obra qualificada. No sector imobiliário, em 2007, vendeu-se mais 10% do que no ano anterior, entrando-se no período chamado denominado de “período quente” da Engenharia e Construção Civil.
Em suma, pode diagnosticar-se os acontecimentos relatados como consequência principalmente de:
Incentivos do Governo
Queda das taxas de juro
Oferta de crédito
PAC – Programa de Aceleração de Crescimento
R$ 274,8 biliões em Energia
R$ 170,8 em infra-estrutura social e urbana
R$ 58,3 em logistica (Rodovias, ferrovias, portos, hidrovias e aeroportos)
Continuando em linha ascendente, a indústria da construção civil vem registando recordes sucessivos em 2008. No mês de Maio, o sector ultrapassou pela primeira vez, desde 1995 quando a metodologia do estudo foi reformulada, a marca de 2 milhões de trabalhadores com carteira assinada.
Só no Estado de São Paulo, foram contratados 52,8 mil trabalhadores nos primeiros cinco meses de 2008 – equivalente a um aumento de 10,2%/ano. Nos últimos 12 meses, terminados em Maio, o crescimento é de 21% e na variação entre Abril e Maio a alta registada é de 0,6%. Com esse desempenho, a de mão-de-obra da construção civil em São Paulo atingiu o patamar de 568,9 mil. Na capital paulista, o índice avançou 10,6% este ano com as 26,4 mil novas vaga formais preenchidas até Maio. Em relação ao mesmo mês de 2007, a alta chega a 23,8% e, em Maio sobre Abril, de 0,8%. Com isso, a cidade de São Paulo concentra 273,6 mil trabalhadores com carteira assinada na construção civil. A variação mensal em (%) é de 0,83 e o número de vagas criadas é de 2.259.

Outras regiões do Brasil – A região Centro/Oeste foi a que apresentou o maior crescimento proporcional no acumulado do ano – de Janeiro a Maio, a subida é de 15,2%. Em seguida está o Sudeste, que no mesmo período registou uma subida de 10,7% no índice.

Em conclusão, um pouco por todas as frentes da Engenharia e Construção Civil, vivem-se tempos desafiantes para este país das bipolaridades económicas. O clima empresarial é de elevada confiança face às oportunidades que a procura proporciona e as iniciativas de empreendedorismo são visíveis. Não esquecendo as barreiras impostas à entrada, criadas pelo mercado Brasileiro principalmente em actividades importadoras de mão-de-obra, é de concluir que o Brasil é uma das grandes potencias emergentes no mercado global da Engenharia e Construção Civil, merecedor de análises e reflexões estratégicas aprofundadas principalmente baseadas numa visão a longo prazo.
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Terça-feira, 4 de Setembro de 2007

A importância do sector da construção na internacionalização portuguesa.

  
Pedro Araújo Alves; Eusébios & Filhos, S.A.; Marrocos; Casablanca.
O sector da construção tem neste momento um peso significativo na internacionalização das empresas Portuguesas. Isto deve-se, em primeiro lugar, ao facto de ser um ramo que mobiliza todo um leque de especialidades muito variado e, por outro lado, pelo facto de se tratar de uma área com muita tradição em Portugal.
A procura dos mercados externos por parte das empresas portuguesas do sector da Construção surgiu como resposta à estagnação, em Portugal, do sector (derivado, em grande parte, ao decréscimo do investimento público). Mercados mais subdesenvolvidos como Angola, Moçambique e todas as ex-colónias representam destinos muito apelativos e abertos através de uma ligação cultural muito forte. Outros mercados como Marrocos e Argélia tornam-se igualmente muito atractivos sobretudo devido ao factor geográfico que naturalmente nos aproximam.
A internacionalização de empresas de Construção Civil além de se apresentar indispensável para a “sanidade económica” de qualquer empresa é igualmente fundamental como ponte para a internacionalização de outras empresas associadas ao ramo. Vivemos num mundo globalizado e o sector da Construção, como qualquer outro sector, teve e continua a ter a necessidade de se expandir, ganhar uma mobilidade que permite um intercâmbio de Know-How que nos torna cada vez mais competitivos.
Os grandes projectos apresentam-se em todo o lado do mundo e parece-me racional que a internacionalização de empresas de Construção Civil se faça. Um exemplo da importância e dinâmica do sector da construção na internacionalização das empresas portuguesas é Marrocos (onde me encontro). Existem projectos de uma grandiosidade imensurável, a carência de meios materiais e humanos qualificados para a realização dos projectos torna este mercado extremamente apelativo. O risco ainda é grande daí a procura de parceiros locais se apresentar como uma solução extremamente plausível. Trata-se de uma aposta num mercado geograficamente apelativo (a importação/exportação com a Europa começa a ser facilitada – existem planos para abertura da fronteira com a União Europeia).

A Construção civil em Portugal é muito importante tanto a nível económico como social. Mobiliza meios materiais e económicos significativos e tem à sua volta uma carga humana muito rica que tudo tem a ganhar com a globalização.

publicado por visaocontacto às 10:46
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