Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2008

Empreendedores@Contacto

 

 

Após a divulgação empresa ArtLusa, nesta rubrica empreendedores contacteantes, na segunda edição da VisãoContacto, ocorre agora noticiar que Ana Roque (C3) da ArtLusa e Cristina Maia (C2) da Saboaria Confiança, estabeleceram uma parceria. Pretendem aproveitar as sinergias existentes, visando a inovação e consequente criação de valor acrescentado para o consumidor do seu novo produto - A Colecção Portugal.

 

Nos dias 7 e 9 de Fevereiro, decorreram em Lisboa e no Porto, os dois eventos de lançamento da “Colecção Portugal”, resultado da parceria entre a Saboaria Confiança e a Artlusa. Convidados, clientes, amigos e simples curiosos apreciaram em primeira mão, na Alma Lusa em Lisboa e no Espaço João Faria – CCB no Porto, a colecção composta por quatro sabonetes que combinam a qualidade e inesquecíveis aromas dos Sabonetes da Confiança e o design contemporâneo da Artlusa patente nas embalagens.

 

A ideia dos lançamentos era que cada convidado se familiarizasse com este casamento entre o antigo e o novo e pudesse apreciar, através dos vários sentidos, as subtilezas de cada sabonete. Filigrana, Bordado de Viana, Galo e Fado, foram trabalhados a uma cor recorrendo à aplicação de vernizes, altos-relevos e picote, exigindo um olhar atento e pedindo o manusear do objecto.

 

As fragrâncias, pensadas em função de cada tema e cor escolhida variam em cada sabonete. O cheiro mais floral da filigrana e o suave chá branco do Viana contrastam com o aroma mais forte da Alfazema do Galo e o mais masculino do musk escolhido para o Fado.

 

A reacção das pessoas foi a melhor. Conhecedoras da marca Confiança e das suas linhas mais clássicas, foi consensual que esta nova gama de produtos constitui uma colecção contemporânea, que complementa de forma harmoniosa os produtos já existentes.

 

A distribuição da Colecção Portugal pelos pontos de venda da Confiança e da Artlusa já está a decorrer, acompanhada de cartazes e folhetos de apoio à sua promoção, esperando com isso que o cliente final, para além de sentir os sabonetes, compreenda a sua origem e se interesse por este projecto nascido de duas empresas, o que por si só constitui um facto curioso e pouco usual a nível do tecido empresarial português.

 

Publicações como o Jornal Metro, Jornal de Notícias, a Revista Pública, a Cara Decorações e o Diário do Minho reservaram um espaço para a apresentação da colecção.

 

publicado por visaocontacto às 10:00
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Domingo, 13 de Maio de 2007

CarpeVinum - Entrevista - Empreendedores@Contacto

Este é um projecto fundado por uma estagiária da 5.ª edição do Programa. Rita Godinho, realizou o seu estágio em França.

 

VC - Como nasceu a ideia de criar a CarpeVinum?

CP - A ideia começou a crescer enquanto trabalhei em França, onde fiz um Curso de Iniciação à Prova de Vinhos e algumas viagens de enoturismo. Nessa altura começaram a surgir ideias para criar um tipo de negócio que não estava muito desenvolvido em Portugal: ensinar as pessoas como provar o vinho, identificar aromas, sabores, combinações com a comida e criar um conceito de visitas organizadas de forma a poder-se aproveitar a Rota dos Vinhos, mas só passados dois anos e já em Portugal, decidi criar a CarpeVinum.

VC - Qual é a estrutura de capital e a sua participação nele?

CP - É uma Unipessoal Lda., da qual sou a única Sócia, com uma participação a 100%.

VC - Qual a sua área de actividade, principais clientes?

CP - A CarpeVinum é uma empresa de organização de eventos, que tem por um lado os clientes individuais particulares, para os quais realiza, com uma periodicidade mensal, actividades em torno da cultura do vinho como Cursos de Iniciação à Prova, Workshops e Provas de Vinhos, bem como visitas a quintas e adegas em todo o país, e por outro lado temos as Carpe Vinum’Soluções Corporate para os clientes empresariais, que são um conjunto de soluções criativas para as acções de comunicação, marketing, conferências, Team-building, lançamentos de produtos das mesmas.

VC - Que razões estratégicas, abordagens, motivações a levaram a constituir a empresa?

CP - A falta de empresas no ramo, e o nicho de mercado que estava por explorar.

VC - Quais são os objectivos da CarpeVinum?

CP - Criar momentos de lazer e convívio, numa descoberta de segredos e mistérios de texturas, aromas e sabores numa oportunidade de estar lado a lado com a cultura do vinho por um lado e a organização de eventos emocionantes cheios de aroma e muito charme.

VC - Da ideia ao início de actividade, quanto tempo foi necessário?

CP - Quando realmente pensei em criar a empresa, penso que foi necessário um ano, para criação da empresa, estruturação, criação de produtos....

VC - Como avaliou as oportunidades em termos dos factores críticos de sucesso? Da competição? E do Mercado?

CP - Na organização de eventos procura-se cada vez mais a inovação, a surpresa e a qualidade nos serviços prestados, a CarpeVinum desde o início se apresentou com produtos diferentes, com uma equipa profissional extremamente motivada, o que nos leva a conseguir criar momentos e sugestões que agradam os nossos clientes, é esse o nosso sucesso e a nossa forma de competir.

VC - Quais as principais  dificuldades em entrar no mercado?

CP - No inicio, enquanto não fomos conhecidos, enquanto não fizemos os nossos primeiros eventos, foi um pouco mais difícil conseguir passar a imagem de uma empresa com a diversidade e qualidade ao nível de todos os produtos, mas os primeiros eventos começaram a surgir, e o “passa-palavra” é o nosso melhor Marketing.

VC - Que características acha que os empreendedores devem ter?  

CP - Ser empreendedores...Devem ser pessoas pró-activas, com linhas estratégicas e objectivos bem definidos e principalmente nunca parar, querendo sempre mais e melhor.

VC - Pretende manter a actividade? Expandir?  Diversificar?

CP - A CarpeVinum é para manter e crescer, vamos crescendo todos os dias de acordo com a nossa dimensão, e estamos sempre à procura, criando soluções diferentes e criativas. Como já trabalhamos a nível nacional e em qualquer parte do país a expansão será em termos de novos produtos, apesar de já termos uma diversidade de produtos bastante significativa.

VC - Quais as 3 lições mais importantes que aprendeu enquanto empreendedora?

CP - Passei a contar mais com as falhas ao nível do sistema burocrático, passei a estar disponível 24 h/dia durante 365 dias e que devemos querer crescer sempre à medida da nossa dimensão.

VC - Acha uma boa iniciativa, o Programa Contacto?

CP - Penso que é uma iniciativa, que no meu caso foi totalmente de encontro às expectativas: uma experiência profissional ao nível internacional, o conhecimento de novas culturas organizacionais e o alargar a novos horizontes. É uma iniciativa que bem aplicada se torna numa mais valia, num valor acrescentado ao Currículum Vitae profissional e pessoal de cada interveniente.

VC - De que modo é que o Programa Contacto o ajudou a tornar-se empreendedor?

CP - No caso do Programa Contacto, foi a oportunidade de ter estado em contacto com uma cultura diferente, como a Francesa, onde no fundo a ideia começou a nascer.

 

publicado por visaocontacto às 17:19
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